Arrematação de imóveis: as oito etapas até as chaves
Arrematar é vencer o leilão. Mas o imóvel só vira seu de fato depois de uma sequência de atos com prazo: depósito, comissão, carta, registro e posse. A régua da SZ Patrimonial transforma essa sequência em distâncias visíveis.
Antes do lance
Recebimento do lote, análise documental, parecer jurídico e estudo de viabilidade financeira. É aqui que se decide o lance máximo, somando ao preço o ITBI, o registro, a comissão do leiloeiro, os débitos que sub-rogam e o custo de desocupação.
Depois do lance
Agendamento e depósito do valor no prazo do edital, pagamento da comissão de 5% ao leiloeiro, expedição da carta de arrematação, recolhimento do ITBI e registro no cartório de imóveis. Cada marco tem uma data, e perder uma delas pode significar perder o imóvel e a caução.
Posse e entrega
Com a carta registrada, o arrematante pede a imissão na posse. Cumprida a desocupação, a chave é entregue ao cliente e o processo se encerra, com a comissão do assessor apurada automaticamente sobre o valor arrematado.
Perguntas frequentes
Quais custos além do lance?
Comissão do leiloeiro (em geral 5%), ITBI conforme o município, registro da carta de arrematação, eventuais débitos que o edital transfere e o custo de desocupação. A planilha de viabilidade da plataforma soma tudo.
Quanto tempo leva da arrematação às chaves?
Varia com o tribunal e a ocupação. Imóvel vazio pode levar poucas semanas após a carta; ocupado, alguns meses até a imissão na posse.
Posso desistir depois de arrematar?
A desistência é possível nas hipóteses do art. 903 do CPC, como vício não conhecido na época do leilão. Fora delas, o arrematante perde a caução e responde pelo prejuízo.