Por que advogados terceirizam o garimpo
Garimpar leilões é um trabalho de volume: dezenas de sites de leiloeiros, editais que mudam, lotes que entram em 2ª praça sem aviso. Feito pelo advogado, consome as horas que deveriam ir para a análise da matrícula, do processo e da ocupação, que é o que o cliente contrata.
O garimpo por software inverte a ordem. O catálogo chega pronto, filtrado por comarca, tipo de imóvel, faixa de deságio e praça. O advogado escolhe o que analisar em vez de procurar o que existe.
O que o escritório recebe
Cada lote vira uma ficha técnica: avaliação, lance mínimo, deságio calculado, datas de 1ª e 2ª praça, tipo de leilão e link para o edital e o leiloeiro. A régua de valor mostra em segundos a distância entre o lance e a avaliação.
Da ficha, o lote segue para a régua de prazos do processo, com as oito etapas da arrematação, e para o CRM, onde fica vinculado ao cliente investidor e à comissão. A operação inteira roda sobre a mesma base de dados.
Especialização, não substituição
O software garimpa e organiza. A análise jurídica, a estratégia e a responsabilidade técnica continuam com o advogado, como exige a advocacia. Os modelos de petição e contrato do acervo são ponto de partida para o profissional revisar e assinar.